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Som do Rock

Ao Som da boa música desde 2010

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HeadBangers Rádio Online

A Zeno.FM Station

Review - "Consternation" da banda As Dramatic Homages

28.12.18 | PABT

O novo single intitulado "Consternation" da banda As Dramatic Homages lançado a 7 deste mês de Dezembro demonstra o porque desta banda Brasileira estar a caminhar a passos largos para ser considerada uma das mais importantes bandas de DOOM METAL .

Com um som que já vem sendo característico da banda onde imperam vocais fortes e densos e um instrumental poderoso.

Um conhecimento do universo que compõem o percurso do auto-conhecimento, do conhecimento da vida e do seu próprio equilíbrio no universo existente, é tudo isso que vem neste novo síngle da Banda.

A juntar a este poderoso som temos a forma de como a evolução do ritmo é combinada, ora avança de forma repentina, ora abranda, tudo isto bem salpicado com um bom vocal.

É de nossa perspectiva que se siga esta Banda Brasileira, pois de certo muitas surpresas ainda estarão para desvendar. A 1 de Janeiro será publicada aqui no Som Brutal uma entrevista em exclusivo com o mentor dos As Dramatic Homages, Alexandre Pontes.

A nota: 8,5/10

IBERIA assinam pela Rastilho Metal Records

27.12.18 | PABT

Os IBÉRIA são uma das mais importantes bandas nacionais dos finais dos anos 80. Formados em final de 1986, viriam a separar-se dez anos depois com álbuns que se tornariam autênticos clássicos como “Ibéria” (1988) e “Heroes Of The Wasteland” (1990).

"Much Higher Than a Hope" foi o muito aclamado regresso dos IBERIA em 2017. Reeditado agora pela Rastilho Records, editora que assina com os IBERIA uma nova parceria de edição e distribuição que terá novos capítulos nos próximos anos. O disco vem acompanhado de um segundo CD intitulado "Ellipsis" com 4 temas acústicos.

Nas palavras de João Sérgio, baixista da banda:
"Este trabalho resulta da vontade de dar aos fans algo mais do que uma simples reedição. Toda a arte gráfica do trabalho foi alterada e espelha de facto o que pensávamos para este trabalho e que não foi possível fazer na altura. Além disso queríamos dar um bónus e pensámos num formato diferente ao que estamos habituados: Tínhamos
feito um mini concerto acústico num Fórum aquando de recebermos a medalha de Mérito Artístico e Cultural da nossa terra e correu muito bem. Por isso criámos um Medley Acústico juntando vários temas da nossa carreira e fizemos um regresso cronológico começando por "Much Higher Than a Hope" passando por "Revolution", "Heroes of the Wasteland", "Iberia" até ao primeiro hit "Hollywood". Fomos para estúdio e o resultado está aí: Um EP acústico de seu nome "Ellipsis" que
faz parte desta Platinum Edition e que celebra assim 30 anos de edições da banda!

CD1 "Much Higher Than a Hope"
1. Memoirs (Intro) 
2. Sanctuary Of Dreams 
3. End Of Days 
4. Living A Lie 
5. Chain Of Tears 
6. Miss You 
7. Rising Inferno 
8. Last Queen On Earth 
9. Much Higher Than A Hope 
10. God's Euphoria 
11. Poisoned

CD2 "Ellipsis"
1. Hope
2. Revolution
3. Heroes
4. Iberia

"Much Higher Than Hope - Platinum Edition já pode ser reservado aqui https://bit.ly/2TeMyYX

Concerto especial e comemorativo no Forum Cultural José Manuel Figueiredo dia 01 de Fevereiro https://www.facebook.com/events/2389133524684383/

Texto e Fotos: Rastilho Metal Records

Entrevista Okkultist

26.12.18 | PABT

E

Por: Miguel Ribeiro

-Hintf: Falem-nos um pouco do historial da banda, e sobre o vosso percurso até á formação dos Okkultist, como tudo começou...

Os Okkultist começaram comigo (Bea) e o Leander num final de tarde em que começamos a discutir ideias e conceitos musicais, que nos levou a querer avançarcom um novo projecto que juntasse tudo o que tínhamos em mente. Daí falámos imediatamente com o Moisés, que tinha (e tem) uma visão muito próxima da nossa, como muitos dos gosto em comum, e começámos imediatamente a compor. Uma coisa veio atrás da outra, and here we are today. 

-Hintf: Podem explicar-nos o que significa o vosso nome?Porque o escolheram? 

O nosso nome não tem necessariamente um significado. It’s evil. It’s hellish. Escolhemos Okkultist porque assim o quisemos, porque metal é ballsy, porque podemos dizer o que quisermos, e fazer o que quisermos. Assim como as nossas letras tanto falam de como a sociedade bem pode ir com o caralho, como também falamos de hails and praises to Satan.  

-Hintf: Como tem sido a progressão a nível de visão/destaque para o vosso projecto?  

Nós gostamos de ser ambiciosos, but not too much. Gostamos de definir objectivos e lutar para que aconteçam, e que aconteçam da forma certa. Mas concentramo-nos no presente, e no que está a acontecer agora – isso é o mais importante. Trabalhamos muito e damos muito valor ao esforço de cada um em todas as circunstancias – then come what may! 

- Hintf: Muitas mudanças de formação na banda?

Tivémos algumas mudanças, mas todos os membros que passaram tiveram a sua forte importância e nunca nos esquecemos disso. Mas podemos também dizer que, mesmo assim, estamos mais fortes que nunca! 

 -Hintf: Como vêem o actual panorama musical?   

Vemos a cena a crescer. Com o seu ritmo, mas as coisas vão evoluindo, e o pessoal vai prestando mais atenção a certas coisas que talvez não fossem tão sugestivas como anteriormente. Sentimos também que existe uma maior apreciação pelo esforço enquanto músicos. É bom sentirmos que a nossa própria evolução (individual ou em grupo) é reconhecida, e cada vez sentimos mais isso uns pelos outros. 

-Hintf: Como caracterizam o vosso som?

 Não existe propriamente uma maneira de nos descrever. Simplesmente é o som de cada um, e as influências de cada um, combinados num sítio só.  

 -Hintf: Como estão a nivel de concertos?

Neste momento não há concertos. Estamos concentrados no álbum e no seu lançamento. Assim que as coisas estiverem prontas para tal podemos finalmente avançar com datas. 

Hintf: Quem e o que vos inspira ?

Temos bandas como Morbid Angel, Dismembered, Benediction, Carcass, Death, se é o que queres saber. Mas também aproveitamos cenas vindas de todos os meios sem ser o som. Temos personalidades que nos influenciam. Filmes. Livros. Não nos limitamos apenas a uma coisa. 

-Hintf: Como estão a nível de trabalhos editados?

Neste momento temos o álbum pronto. Well, também temos o EP, claro. Mas mais recentemente temos o “Reinventing Evil” pronto a sair em 2019. 

-Hintf: Imaginem,que podiam ser um qualquer animal,que animal seriam?

Bodes, caralho. Fucking bodes. 

-Hintf: Definam-se numa unica palavra...

Diabólicos.  

-Hintf: Deixem uma mensagem aos nossos leitores e aos vossos fãs...

Preparem-se para o novo álbum. Nós sentimos uma evolução grande, e a editora também. Estão com grandes expectativas, e nós também claro. Estamos ansiosos para lançar o novo som, e mal podemos esperar para ouvir a reacção de todos.   

Texto: Miguel Ribeiro

Fotos: Banda

Fallen Paradise

22.12.18 | PABT

Os Fallen Paradise são uma banda progressiva de Doom / Death Metal fundada no final de 2010 no Porto, liderada pelo vocalista e guitarrista Rui Meireles, contando com alguns feitos importantes desde o seu início, o que também ajudou a estabelecer sua proeminência e identidade como uma das mais promissoras bandas no seu género em Portugal. Realizaram uma tour pela Europa com a banda brasileira Noturnall em 2014 e também foram os artistas de abertura de bandas como Nesseria (FR), Sunlight (GRE), W.A.K.O. (PT) e Painted Black (PT).
O som da banda possuí semelhanças com bandas como Black Sun Aeon, Dawn Of Solace, Ahab, Paradise Lost, Heavenwood, Ava Inferi, November's Doom, Draconian, Saturnus, Esoteric, etc
A combinação das suas influências cria um caráter único para a música, com muita atmosfera, poderosos riffs, melodias, passagens depressivas, grooves de bateria lentos e marcados e vocais versáteis e ríspidos, além de alguns vocais limpos.
O primeiro álbum, Elana, que deve ser lançado no início de 2019, terá um caractér mais progressivo com alguns elementos melódicos à mistura e mostra diretamente a transição que a banda tem feito em cada música, com seu som e estilo desde 2010 até hoje.
A partir da primeira música Black Moon (composta entre entre 2012 e 2013), possuí uma abordagem mais gótica com alguns vocais limpos, seguindo depois para o segundo tema, Last Breath, também composta razoavelmente algum tempo depois, que traz elementos mais progressivos, mas com mais alguns toques uptempo. O álbum evolui a cada música até chegar à faixa final, Drawings In The Sky, que transforma tudo mais num género influenciado em Funeral Doom Melódico, que é o atual estado musical no qual a banda se encontra hoje.
Em 2014 fizeram uma digressão na Europa com a Noturnall pela sua “First Live Tour Pt.1” como abertura, o que constituiu uma grande experiência global e rompeu as fronteiras do jovem quarteto português, ao trabalhar com músicos tão profissionais e comprometidos com a sua carreira, trouxe uma visão totalmente nova para a música e experiência para a jovem banda.
Desde 2015, a banda passou por algumas mudanças bruscas na sua formação e o vocalista Rui Meireles nunca desistiu do projeto, mas as constantes mudanças levaram a um longo atraso na conclusão do primeiro álbum. Mas desde a adição de Nelson Vaz (Guitars – anteriormente em Wicked, Weird Blend, PIDE, Oblique Rain, Assassiner) ao projeto, a reescrita das músicas e maturidade da banda foi definitivamente aprimorada, as composições completas de Rui, por causa de suas visões mudadas e experiência ganha pela tour e muitos anos de bandas e as mais variadas situações, juntamente com a revisão e a vasta experiência e conhecimento de Nelson ajudou a forjar o som que a banda deveria ter desde o seu começo.
A banda entrou em um hiato de dois anos desde o seu último concerto em 2016, abertura para a Sunlight da Grécia na Metalpoint, no Porto, devido ao foco em outros projetos e falta de membros, mas a dupla nunca parou de compor e no final de 2018 teria o tão aguardado álbum Elana (ex-EP) pronto e dois novos membros (António Costa The Small Hours) no baixo e João Pereira (SuddenDeath) na bateria), que traria a banda de volta à luz em 2019 com mais empenho e força.
Discografia:

– Genesis EP (lançado em 25 de agosto de 2011 - (cópias indisponíveis e pouquissimas lançadas).
(Re-edição disponível mediante lançamento do Álbum Elana)
– Elana (a ser lançado em 2018/19).

Nova compilação digital de Dico já disponível para download gratuito

22.12.18 | PABT

Já se encontra disponível para download gratuito a dupla compilação digital intitulada Nobilis Metallum - Two Sides of Lusitanian Heaviness. Heavy & Melodic é o nome do CD 1, Obscure & Extreme o do CD 2

No total são 19 temas de outras tantas bandas. Remasterizado pelo Guilhermino Martins nos Blind & Lost Studios e por Ricardo Fernandes (tema «Tomorrow's After You, de Sabino), no Dynamix Studio. Morbid Death, Mercic, Sanctus Nosferatu, Dogma, Sarna, Ledderplain, Flatten ou Frost Legion são algumas das bandas aqui incluídas. Artwork: Luís Miguel Teixeira de Sousa Links para download :

CD 1 https://www.dropbox.com/sh/vj52nkgyvimzvg4/AAAGjJ_KWjNE RfIxU3IQgxWva?dl=0

CD 2 https://www.dropbox.com/sh/j8e6sw1dz0z3ebe/AAAawdjWxBE1oz201ZV1dbsva?dl=0

  Os Insomnia Asylum e Yar são duas das bands incluídas no livro Emigrantes, Imigrantes: Experiências de Vida no Universo Metálico Português (1989-2019), que poderá ser encomendado através do email emigmetal@gmail.com, bem como o livro História do Metal Português, ambos da autoria de Dico

Outras compilações digitais para download gratuito idealizadas, criadas, organizadas e supervisionadas por Dico

Breve História do metal Português – Banda Sonora Infernal

https://www.dropbox.com/sh/az5nuxggdsrk886/AABzxI uFBcvbOUw9dlzF_w82a?dl=0

Forged in Portugal: The Unsigned Live (Official Bootleg)

www.dropbox.com/sh/c7d5pjc4pye5bue/AAABZjmiYWHIu3w_X C8E0S_Ja?dl=0

Swallow The Sun “Lumina Aurea” em Review

19.12.18 | PABT

Banda: Swallow The Sun

Título: “Lumina Aurea”

Editora: Century MediaRecords

Data de Lançamento: 21.Dezembro.2018

Single com catorze minutos queantecede a estreia do álbum “When a Shadow is Forced into The Light” a serlançado a meados de Janeiro de 2019, apresenta uma outra faixa mas apenas eminstrumental.

Conhecidos pelo seu Doom metalmelódico esta faixa tem a participação de Marco I Benevento da bandaForeshadowing, banda Italiana de Doom e metal gótico emprestando aqui a sua voznuma prosa toda em italiano. Sendo muito importante aqui a forma como nostransmite essa mesma letra, não cantada, mas falada como se estivessesimplesmente a participar a alguém um acontecimento, não tem qualquer alteraçãoao tom ou timbre da mesma, nem nunca foge ao ritmo do seu discurso. Contaramtambém com a participação de  EinarSelvikdos Wardruna.

Transmitindo o que no faz lembraras celebrações religiosas incluindo o coro que nos arrepia os pêlos do pescoço,assim inicia a faixa dando lugar também à guitarra sempre com um som arrastadoe lento e com toda a letra falada em italiano com algumas intervenções de coroslitúrgicos, não dando a impressão de uma missa, mas nos remetendo a essa ideia.

Tal como é característica do Doommetal temos uma sonoridade sombria e arrastada o som da guitarra, neste singlenão é muito comum ao som específico do Doom, não tem riffs arrastados e nãosurge a ideia de teclas ou qualquer outra intervenção musical.

 Diria que nos empresta sentimentos de perda,dor e algum sofrimento, no entanto o tom de voz aqui utilizado não nos deixa iraté às lagrimas, mas sim no tomar consciência de que todos os que partem, sejade que forma for, deixam sempre algo deles connosco e levam algo de nós,também.

Pontuação: 8/10

Por: Paula Pedroso

uma parceria com a Hintf WebZine

Godark em Entrevista

15.12.18 | PABT

Por: Miguel Ribeiro/Hintf WebZine

Hintf: Paracomeçar, falem-nos um pouco do historial da banda, do vosso percurso até  formarem os Godark , como é que tudo começou?

A banda começou em 2010. Na altura, era umabrincadeira. O Fary (bateria), Diogo (guitarra) e Vitor (voz) juntaram-seporque queriam passar bons momentos aos sábados a tarde, então decidiram criaros Godark. Simultaneamente juntou-se o Daniel (baixo). Era aquela cena de“garagem”, sem preocupações, em que o fundamental era a diversão. Não existiasequer um género musical definido. A banda juntou-se em Fev/2010 e em Maio jáestava a fazer um primeiro concerto, com uma seleção de covers desde o rock aometal. Mais tarde, convidamos o Carlos Ferreira para entrar como guitarrista eteclista. Foi um marco importante, que ajudou a consolidar a banda no metal,assim como uma maior preocupação na criação de originais, levar a banda mais asério, e ter acima de tudo uma identidade como banda. Percebemos que gostávamostodos do death metal melódico, e pronto, pouco a pouco fomos por esse caminho.Mais tarde, em 2014 por questões pessoais tanto o Diogo Ferreira como o CarlosFerreira tiveram de sair, e aí começa uma fase bastante atribulada para abanda. Precisávamos encontrar 2 guitarristas para poder dar continuidade aoprojeto. Após uma longa procura, fomos encontra-los bem perto – o Rui Ferreirae o Carlos Dias, que assim entraram. Nessa altura tínhamos assinado contratocom uma editora, tínhamos bastante pressão para fazer o lançamento de um EP. Eassim foi. Num curto espaço de tempo fizeram-se as músicas e foi feita agravação, feita por nós literalmente, na nossa sala. Nasceu assim o “Rebornfrom chaos”. Mais tarde, em 2016, o Carlos Dias teve de sair da banda, einiciamos novo processo de procura. E inesperadamente, fomos buscar novamente oDiogo Ferreira, que volta a fazer parte do projeto do qual foi co-fundador. Edesde então tem sido esse o alinhamento da banda.

Hintf: Podemexplicar-nos o significado do nome Godark?  

Toda a gente nos pergunta o significado de Godark. Averdade é que não tem nenhum significado concreto. É um nome que nos soava bem.Foi uma decisão encontrar um nome para a banda. Mas existem sites na internetque ajudam esse processo. E foi o que aconteceu. Escrevíamos umas palavras eaquilo dava sugestões. Uma delas era Godevil e outra era qualquer coisa comDark. E juntamos God com Dark, ficando Godark. Achamos piada, até soava, erasimples. E pronto. Somos abstratos, damos a cada pessoa a liberdade parainterpretar à sua maneira...

Hintf: Comovêem o atual panorama musical em Portugal? Quais sentem ser as vossas maioresdificuldades em mostrar o vosso trabalho?

Infelizmente o panorama musical em Portugal é poucofavorável ao metal. São poucos os apoios que existem para as bandas, que vão-seaguentando pelo por sacrifício e esforço, aliados ao gosto por aquilo quefazem. Existem no entanto pessoas, que pelo gosto que têm pelo metal, vãofazendo um trabalho fantástico na divulgação da música que cá se faz. Temossentido alguma dificuldade em levar a nossa música para o Sul, esperemos que embreve seja diferente...

Hintf: Quaisas principais diferenças entre o momento actual da banda e quando os Godarkcomeçaram?

Tudo é diferente.... Aquilo que era uma brincadeira,agora não é, existem responsabilidades, objetivos. Claro que mantemos o gosto ediversão no que fazemos, mas o contexto é outro. Há que trabalhar, há que fazera banda crescer cada vez mais. Se nos perguntassem há uns anos atrás se após 8anos iríamos continuar com a banda, provavelmente não acreditaríamos, nemimaginávamos ter evoluído conforme evoluímos, passando por tudo o que passamosaté agora, tendo finalmente encontrado a nossa identidade como banda.

Hintf: Paraquando um album?

Para muito breve, vamos começar agora a gravação domesmo... Fiquem atentos...

Hintf: E umaeditora está nos vossos horizontes num futuro próximo?

Já tivemos uma experiência com uma editora, foi bomporque ajudou-nos a crescer e a ganharmos uma certa maturidade nesta área. Apósuma reflexão decidimos continuar sozinhos. Mas claro, uma editora está nosnossos horizontes num futuro próximo, em função da colaboração mútua quepodemos ter.

Hintf: Comoestá a vossa agenda?

Neste momento como vamos iniciar as gravações doálbum, não estamos preocupados em termos de agenda. Vamos sim preparar umaagenda para fazer a divulgação do mesmo, mas posteriormente as datas serãodivulgadas .

Hintf: Quebandas/artistas mais vos inspiram?

Não queremos ser iguais a ninguém , queremos sernós. Mas claro que nos inspiramos em algumas bandas do mesmo género,nomeadamente Amon Amarth, Dark Tranquillity, Arch Enemy, Insomnium.... e outras....

Hintf:Porque escolheram o Melodic Death Metal?  

A escolha foi simples. Todos gostávamos deste génerode música, porque gostamos de melodia simultaneamente com partes “pesadas”, comguturais rasgados.... todos gostávamos daquelas bandas que nos inspiram... Epercebemos que era um género que em Portugal não era muito comum. Existempoucas mas boas bandas de death metal melódico no nosso país. E queriamos fazerum pouco a diferença, pelo que escolhemos este caminho, cada vez mais convictosda nossa decisão.                                                                                                         

Hintf:Deixem uma mensagem aos leitores da Hintf e aos vossos fãs...

Em primeiro, agradecer o facto de lerem a entrevistaaté este ponto.... Para quem não nos conhece e queira seguir o nosso trabalho,pode fazê-lo seguindo a nossa página no Facebook, parece que não, mas éimportante para nós, sendo a forma mais fácil de contacto com as pessoas.Avisar para aguardarem o nosso álbum, que promete!! E como não podia deixar deser, um agradecimento a todas aquelas pessoas com quem noa temos cruzado, quenos têm apoiado, ajudando-nos a acreditar cada vez mais neste nosso projeto. Epor último, não menos importante , um agradecimento à Hintf por se teremlembrado de nós!

Urban Tales - "Reborn" Review

15.12.18 | PABT

Banda: Urban Tales

Titulo: “Reborn”

Editora: MR Diffusion

Data de Lançamento: 8.Outubro.2018

Falar, opinar ou analisar,o quese queira, de projetos / bandas que envolvem pessoas que diretamente conhecemosnem sempre é fácil, mas dita a justa imparcialidade pela qual se pauta esta queescreve, que “Reborn” seja ‘visto’ de uma forma ainda mais crua.

“Reborn” é então o renascermusical da Arte praticada por Marcos César, assumindo inato papel de vocalistae compositor deste disco que é assim o terceiro álbum de originais dos UrbanTales.

Desde 2004 que os Urban Tales noshabituaram a composições arrojadas, melódicas e originais, grassando caminhosinicialmente por sonoridades mais góticas, com o bom peso do Rock a solidificara sua base e arriscando o metal mais melódico e no entanto pleno de garra.

Em “Reborn” temos a totalantítese do que poderíamos esperar da sua continuidade musical, um álbumconcetual que fala de Amor, de Sentimentos, de relações e das ralaçõesintrínsecas.

“Reborn” é um risco de composiçãocomplexa assumida e conseguida, resultando na súmula de 16 faixas queintercalam na sua linguística entre o português de Camões e a universal línguainglesa. É romântico, sonhador e revela algum sofrer, quanto mais não seja o deanos de trabalho aqui investidos e da cumplicidade notória posta a descoberto naperfeita simbiose obtida nas parcerias/colaborações que surgem, inesperadas,neste disco.

Ai o Amor, o Amor… assim começacom a magnânima interpretação de Vitor Espadinha, uma referência absoluta danossa música portuguesa e um dos excelsos convidados deste disco que sedesenrola terno e cheio de pulsante energia. O Rock gótico a que nos habituaramestá presente em ‘Counting Crows’, bem como em ‘Invicible’, este contando com aparticipação de Daniel Lucas.

Saliente-se ainda neste “Reborn”que sendo um álbum concetual é no entanto homogéneo, brilhando a parte vocal ea linha do baixo que se mantém constantemente ritmada e versátil, impulsionandoas batidas com groove e delével destrinça de estilos musicais.

Não é de todo estranho termostemas como ‘Set Me Free’ (em ambas as partes, 1 e 2) ou ‘Ponto Final’ que écantada em dueto com Palaz e definitivamente não marca o ponto final namusicalidade dos Urban Tales.

“Reborn” é uma fénix dourada quelevantou voo dia 8 de Outubro e que esperamos sinceramente não se ficar apenaspela edição digital ou streaming. Merece uma edição física digna de constar nosescaparates de bons melómanos que somos e acima de tudo apreciadores da boaarte, escrita e sonora que este disco nos traz.

Bem-vindos de volta Urban Tales!

Pontuação:  /10

Por: Paula Antunes

Uma parceria com a Hintf WebZINE

Toxik Attack lançam "Assassinos em Série"

12.12.18 | PABT

A banda Toxik Attack chamado lança o seu primeiro álbum a  "Assassinos em Série" a 31 de Janeiro de 2019 pela
Helldprod Records. Entregando uma magia clássica de speed / heavy metal banhado a ouro, estes embaixadores do thrash metal irãolevá-lo de surpresa com o seu primeiro álbum de estúdio. Altamente influenciado pela cena metal dos anos 80, suas raízes são muito muito poderosas, e você pode sentir-los em cada riff e refrão forjada neste metalurgia sonora de fogo.
Além disso, você tem que sentir as letras em português porque os vocais aqui são simplesmente incríveis, dando-lhe uma vibração extra-viciante que faz você querer cantar junto com suas músicas, mesmo que você não entenda sua língua mãe . É isso que faz do heavy metal uma forma universal da arte, permitindo que 'bangers de todo mundo se possam unir e ouvir boa música até a exaustão. Tudo dito e feito quase, você também pode desfrutar de todas as nove canções deste corpo inteiro com uma produção precisa e épica. Certifique-se que tem os decibéis necessários para ouvir bem este presente e certifique-se que está ansioso para ser libertar todo o volume e danificar seus vizinhos mais irritantes.
Isso tem que ser a melhor introdução para esta banda jovem e promissora. Então, não deixe de ouvir/comprar "Assassinos em Série" e conceder ao trabalho de estréia do Toxik Attack a atenção merecida, uma vez que se destaca por ser um grande disco de metal feita para agradar a todos os metalheads obstinados!
Lineup: Toxik Attack - Nico666 - vocais  /  Perigoso - guitarra  /  Ruizao - bateria e Zlayer - baixo
Tracklisting "Assassinos em Série"
1. Thrash Maldição 
2. Ceita fazer Punhal 
3. Loucos Pelo Old School 
4. Prazer de Matar 
5. Assassinos em Série 
6. O sanguinário 
7. Morte tóxica 
8. Detidos Pelo metal 
9. Pentagrama de Sangue 

HERETIC LEGION lançam novo video

12.12.18 | PABT

HERETIC LEGION lançou recentemente o vídeo lírico de "The Purge"

O tema é retirado do último álbum da banda, “The Purge”, lançado este ano (setembro de 2018).

Heretic Legião é uma banda de death metal a partir de Kristianstad, Suécia. A sua música combina velha escola sueco death metal com um som moderno fresco, completado por inlays claras e atmosféricas. Com seus refrões cativantes pesados, ritmo impiedoso e um sulco rítmico constante, eles deixam muito poucos ouvintes impassível.

Heretic Legião é inspirered por bandas como Bloodbath, Hipocrisia, Vomitory, Fit para uma autópsia, Facebreaker.

Apoios Som do Rock

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